A Plataforma Micromobilidade Brasil é coordenada pelo Laboratório de Mobilidade Sustentável (LABMOB), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio do Instituto Clima e Sociedade (ICS) e realizado em parceria com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA). Os objetivos da Plataforma são: mapear os sistemas de micromobilidade públicos, promover a transparência de dados e quantificar as emissões de CO² evitadas.

Os sistemas de micromobilidade pública têm crescido exponencialmente nas cidades brasileiras. No contexto de congestionamentos e comprometimento ambiental por conta do uso amplo de veículos motorizados movidos a combustíveis fósseis, os sistemas de micromobilidade aparecem como iniciativa de incentivo ao transporte ativo e sustentável e alternativa para a realização de deslocamentos cotidianos. O conceito de micromobilidade se refere aos deslocamentos feitos mediante veículos leves conectados a novas tecnologias e impulsionados por energia elétrica ou força humana. Esses veículos são usados muitas das vezes em combinação com outros modos de transporte nos chamados deslocamentos de primeira e/ou última milha.

Atualmente, mais de mil cidades ao redor do planeta possuem sistemas de micromobilidade compartilhada em operação. Em geral, esses sistemas são públicos e regulados pelo poder municipal das cidades onde se instalam. No entanto, são em muitos casos operacionalizados por empresas do setor privado. Os serviços de compartilhamento atuais apresentam dois formatos principais: em estações fixas de retirada e devolução ou do tipo dockless – sem estação fixa –, no qual os veículos são desbloqueados usando um aplicativo para smartphone e estacionados ao longo da calçada dentro de uma região definida. Esses sistemas oferecem comumente o aluguel de bicicletas e patinetes, com oferta bastante variada em termos de número de veículos disponíveis.

Os dados sobre os sistemas apresentados na Plataforma Micromobilidade Brasil se referem ao uso no primeiro semestre (janeiro a junho) do ano de 2020 e foram disponibilizados por três das cinco operadoras de sistemas no Brasil, Tembici, Serttel e Mobhis. O escopo temporal dos dados varia de caso a caso, uma vez que nem todos os sistemas estavam ativos durante todos os meses do primeiro semestre de 2020. No geral, os valores exibidos correspondem a médias diárias computadas em períodos de até seis meses de atividade no ano de 2020.

A equação para o cálculo de emissões de CO² evitadas foi desenvolvida pelo IEMA com base na: 1) quilometragem percorrida no sistema conforme a média de uso diário contabilizada; 2) participação percentual (%) do modo de transporte movido a combustível fóssil (automóvel ou motocicleta) na divisão modal do município em que o sistema está localizado para estimativas relacionada à substituição modal pelos usuários dos serviços de micromobilidade; 3) fator de emissão de CO²e, relativo ao modo de transporte movido a combustível fóssil (automóvel ou motocicleta), medido em gCO²e/km, variando conforme o município de análise. Neste link, encontra-se a metodologia em detalhe do cálculo de emissões evitadas pelo uso dos sistemas.

Sistemas de Bicicletas e Patinetes Compartilhados 2020.1

    Emissões de CO2 evitadas não disponíveis

    Emissões de CO2 evitadas por dia

    percorridos/dia

    viagens diárias de bicicleta

    Bicicletas

    Emissões evitadas por dia

    0tCO2e

    Viagens diárias

    0

    Distância percorrida por dia

    0

    Patinetes

    Emissões evitadas por dia

    0tCO2e

    Viagens diárias

    0

    Distância percorrida por dia

    0

    • Emissões evitadas / dia
    • Km percorridos / dia
    • Veículos (convencional)
    • Veículos (elétrico)
    • Tipo
    • Total usuários
    • Feminino
    • Masculino
    • 15 a 29 anos
    • 30 a 59 anos
    • Mais de 60 anos

    *Dados não disponibilizados

    • Belo Horizonte
      • Bike BH
    • Bertioga
      • Rivibike
    • Brasília
      • Mais Bike
    • Curitiba
      • Grin-Patinetes
    • Fortaleza
      • Bicicleta Integrada
      • Bicicletar
    • Goiânia
      • GynDebike
    • Passo Fundo
      • Passo Fundo Vai de Bici
    • Pelotas
      • Bike Pel
    • Petrolina
      • Petrobike
    • Porto Alegre
      • Bike PoA
    • Recife
      • Bike PE
    • Rio de Janeiro
      • Grin-Patinetes
      • Bike Rio
    • Salvador
      • Bike Salvador
    • Santos
      • Bike Santos
    • São José dos Campos
      • Bike Sanja
    • São Paulo
      • Bike Sampa
    • Serra
      • Bike Serra
    • Sorocaba
      • Integrabike
    • Vila Velha
      • Bike VV
    • Vitória
      • Bike Vitória
    • Agencia Trunfo
      • São Paulo
    • Grow
      • Curitiba
      • Rio de Janeiro
      • São Paulo
    • Mobhis
      • Passo Fundo
    • Scoo
      • São Paulo
    • Serttel
      • Fortaleza
      • Brasília
      • Serra
      • Vitória
      • Goiânia
      • Belo Horizonte
      • Petrolina
      • Pelotas
      • São José dos Campos
      • Santos
    • Tembici
      • Salvador
      • Vila Velha
      • Recife
      • Rio de Janeiro
      • Porto Alegre
      • São Paulo
      • Sorocaba
      • Bertioga

    A Plataforma Micromobilidade Brasil é coordenada pelo Laboratório de Mobilidade Sustentável (LABMOB), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio do Instituto Clima e Sociedade (ICS) e realizado em parceria com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA). Os objetivos da Plataforma são: mapear os sistemas de micromobilidade públicos, promover a transparência de dados e quantificar as emissões de CO² evitadas.

    Os sistemas de micromobilidade pública têm crescido exponencialmente nas cidades brasileiras. No contexto de congestionamentos e comprometimento ambiental por conta do uso amplo de veículos motorizados movidos a combustíveis fósseis, os sistemas de micromobilidade aparecem como iniciativa de incentivo ao transporte ativo e sustentável e alternativa para a realização de deslocamentos cotidianos. O conceito de micromobilidade se refere aos deslocamentos feitos mediante veículos leves conectados a novas tecnologias e impulsionados por energia elétrica ou força humana. Esses veículos são usados muitas das vezes em combinação com outros modos de transporte nos chamados deslocamentos de primeira e/ou última milha.

    Atualmente, mais de mil cidades ao redor do planeta possuem sistemas de micromobilidade compartilhada em operação. Em geral, esses sistemas são públicos e regulados pelo poder municipal das cidades onde se instalam. No entanto, são em muitos casos operacionalizados por empresas do setor privado. Os serviços de compartilhamento atuais apresentam dois formatos principais: em estações fixas de retirada e devolução ou do tipo dockless – sem estação fixa –, no qual os veículos são desbloqueados usando um aplicativo para smartphone e estacionados ao longo da calçada dentro de uma região definida. Esses sistemas oferecem comumente o aluguel de bicicletas e patinetes, com oferta bastante variada em termos de número de veículos disponíveis.

    Os dados sobre os sistemas apresentados na Plataforma Micromobilidade Brasil se referem ao uso no primeiro semestre (janeiro a junho) do ano de 2020 e foram disponibilizados por três das cinco operadoras de sistemas no Brasil, Tembici, Serttel e Mobhis. O escopo temporal dos dados varia de caso a caso, uma vez que nem todos os sistemas estavam ativos durante todos os meses do primeiro semestre de 2020. No geral, os valores exibidos correspondem a médias diárias computadas em períodos de até seis meses de atividade no ano de 2020.

    A equação para o cálculo de emissões de CO² evitadas foi desenvolvida pelo IEMA com base na: 1) quilometragem percorrida no sistema conforme a média de uso diário contabilizada; 2) participação percentual (%) do modo de transporte movido a combustível fóssil (automóvel ou motocicleta) na divisão modal do município em que o sistema está localizado para estimativas relacionada à substituição modal pelos usuários dos serviços de micromobilidade; 3) fator de emissão de CO²e, relativo ao modo de transporte movido a combustível fóssil (automóvel ou motocicleta), medido em gCO²e/km, variando conforme o município de análise. Neste link, encontra-se a metodologia em detalhe do cálculo de emissões evitadas pelo uso dos sistemas.